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Agamenon Troyan
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Agamenon Troyan

A NOITE DO LOBISOMEM


O brilho da lua cheia Ilumina uma velha estrada Coberta por um manto de folhas secas.

A passos lentos um pobre camponês caminha
Em companhia do silêncio e da escuridão.
Subitamente, das profundezas do inferno
Ouve-se um uivo...

Os passos são interrompidos,
Um calafrio invade-lh… Continuar

Postado em 1 junho 2009 às 22:00 ‚Äî

Agamenon Troyan

LÁGRIMAS DE MEDULA


LÁGRIMAS DE MEDULA

Dor e esperança,
Incompatibilidade
Em busca de uma cura.

A fé, outrora inabalável,
Agora treme diante de uma má notícia.
E no corredor de um hospital
Uma mãe chora...

Reunidos em prantos
Amigos e familiares
Num mar de lembranças
Navegam...

****
No corredor de um hospital
Um pai, preocupado
Aguarda...

De repente, ouve-se o choro de um bebê,
Ale… Continuar

Postado em 20 maio 2009 às 19:45 ‚Äî

Agamenon Troyan

JOANA D´ARC DE PAIVA FREITAS & "NUM PISCAR DE OLHOS" (peça teatral)


JOANA D´ARC DE PAIVA FREITAS
A artista plástica machadense, Joana D´Arc de Paiva Freitas irá expôr seus quadros à oleo dia 22 de maio, às 19hs na Casa da Cultura de Machado-MG.


Contatos com a artista
(35) 8826-5127


CONTAMOS COM A PRESENÇA DE TODOS

========… Continuar

Postado em 20 maio 2009 às 14:29 ‚Äî

Agamenon Troyan

PEDESTAL DE MENTIRAS (POEMA)


PEDESTAL DE MENTIRAS

Em um forte e caloroso abraço
Duas adagas manchadas de sangue.
Em um longo e apaixonado beijo
O veneno amargo do ódio.

Num elogio falso
O verdadeiro monólogo da inveja.
Em um sorriso espontâneo
O bote da serpente.

Sob aplausos uníssonos
Um temporal de socos e pontapés.
Num aceno de adeus
A obscenidade.

Num gesto de perdão
A eterna vingança...


*Agamenon Troyan… Continuar

Postado em 20 maio 2009 às 14:25 ‚Äî

Agamenon Troyan

SÓ MAIS UM PASSO...


SÓ MAIS UM PASSO

Uma mãe sai às ruas
A enfrentar tiranias
A exigir respeito e liberdade,
Mesmo que tardia.

Cacetetes cobrem-lhe o corpo
Socos e pontapés em seu rosto;
Armas lhe são apontadas
Cuspindo fome e desorganização.

Em seu colo, uma criança
Assustada, sem futuro,
Sem educação, tampouco esperança
Vítima de líderes sem pátria.

Destemida ela a… Continuar

Postado em 3 maio 2009 às 0:30 ‚Äî 1 Comentário

Caixa de Recados (17 comentários)

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Às 10:57 em 27 maio 2009, Marcia Mattoso disse...


Desculpem-me pela ausência...foi necessária.
Obrigada a você que se lembrou de mim!
Retornarei aos poucos...mas voltarei!!!
Beijosss


...
Às 16:16 em 20 maio 2009, Ocirema Ramos Cariani disse...

Agamenon
Linda poesia!
Grata por abrilhantar a minha página com ela!
Já te enviei convite para sermos amigos!
abraços
Às 19:38 em 2 maio 2009, Marcia Mattoso disse...
Oieee


Bom domingo pra vc, viu?!?!?

Beijosss


...
Às 13:55 em 17 abril 2009, Maria elisete disse...
amigo poeta, obrigada pelos amáveis recadinhos.. vc deve ser uma pessoa iluminada.."que o sol continue aquecendo tuas idéias, revolvendo todas as imperfeições, que sei não tens tantas, e que continue a ser a pessoa linda que vc é" um abração carinhoso
Às 20:58 em 16 abril 2009, Patricia Rocha disse...
Às vezes sonhamos tanto com o que desejamos, que muitas vezes esquecemos de lutar por nossos desejos!
obrigada pela poesia, um grande abraço
Às 17:15 em 16 abril 2009, ANNE MONTEIRO disse...
Caríssimos,
Sou Anne Veloso Monteiro tenho 33 anos, nascida às margens do Rio Tucunareizinho, região ribeirinha do município de Igarapé-Miri-Pará. Escritora desde os seis anos, sempre lutei com muitas dificuldades para ter meu trabalho literário reconhecido, e hoje após ter participado e vencido vários concursos nacionais e internacionais, como os XXI e XXII Concurso Internacional de Primavera – Califórnia, “Florada de Emoções”, patrocinado pelo renomado jornal norte-americano 3NEWSUSA, nos EUA, Prêmio La Escrita de Literatura Latino-Americana, na Argentina e dos prêmios nacionais em diversas categorias, como o Prêmio Artez de Literatura, Lume Literário 2008 como único representante do Estado do Pará, Prêmio Escriba de Contos, Delicatta de Literatura, Navegante das Estrelas, recebendo o título internacional de “Personalidade Literária 2008”, como melhor escritor e melhor livro.

No mês de Março de 2009, representei Igarapé-Miri, o Pará e o Brasil em dois outros concursos internacionais. O primeiro no País de Gales, da tradicional Academia Cardiff, vencendo com a Poesia “Em Pétalas” e o segundo, em Portugal, no Concurso Mundial de Escritores, do Ministério Internacional da Poesia, vencendo com a obra literária “Suspiros Poéticos de Amor”, que será publicada em Portugal no dia 30 de Maio de 2009, além de ser indicada ao título mundial “Ministro da Poesia”. Mesmo tendo conquistado tantas importantes premiações, não tive a oportunidade de participar da entrega das mesmas. Entretanto, o Ministério Internacional da Poesia de Portugal, me convida a participar da cerimônia de premiação, diplomação e publicação da minha obra premiada " Suspiros Poéticos de Amor", em Lisboa, sendo este um grande sonho que gostaria de realizar.

Após várias tentativas de apoio financeiro no meu Estado, para deslocamento até Portugal terem sido frustradas, estou apelando para a sensibilidade dos amigos e demais paraenses, afim de conseguir o valor para custear meu deslocamento Belém-Lisboa-Belém e estadia, para que eu possa receber esta premiação e participar do lançamento desta obra literária " Suspiros Poéticos de Amor", que representa a Cultura Paraense, reconhecida num dos maiores Centros Culturais do Mundo.

Para isso, estou vendendo 250 exemplares da Antologia Escrevo de Versos a Canções, custando R$ 15,00 cada exemplar (taxa de entrega inclusa), para Belém e região Metropolitana.

Caso queira contribuir, basta responder para o e-mail annevelmo@hotmail.com, informando nome completo, endereço de entrega, data e horário, para que possa ser realizada entrega. O livro irá com dedicatória do autor.

Desde já agradeço a todos os que colaborarem.
Às 13:40 em 11 março 2009, Maria elisete disse...
Meu amigo-poeta, obrigada pela linda poesia... palavras bem colocadas, idéias capitais.
TUDO POR UM MOMENTO...

Viver momento, intenso, sem tormento
Deixar o vir que grita e clama a todo instante
Renasce em mim, um fogo que me queima, floresce, se ilumina
Docemente sem lamento – só sussurros
Sofreguidão de quem quer que o amanhã não amanheça.

Viver o momento
É amor sem reclames, sem ditames
Flui o mais íntimo sentimento
Sem odiar o amanhã que espera por nascer
Sem pensar que o hoje torna-se amanhã
Ah, momentos de prazer de ternura sem dor
Eu te guardo, você me sente
Tu me tocas, eu enterneço.


um grande abraço
Às 12:10 em 11 março 2009, DE MAGELA disse...

Mulheres negras de Jaci
Passo-Fechado, mas caminho sozinho
Na estrada que saí do Quenta-sol.
Medo abobado tenho aqui,
Por causa do Curupira, Lobisomem e de saci.

Cabelo pixaim: meu avô cortou do lado.
Ninguém liga pra mim, á vezes, ando pelado.
E fico desengonçado com embornal
No umbigo atravessado.

Sou assim.
Mais que, as mulheres negras de Jaci.
Sem a dor invisível; sem o cansaço do ébano;
Sem a dor da poeira que se ganha de andar no sol.

Olhos esbranquiçados, altas e sem corte.
Sem as curvas que as mulheres têm...
Sem medo de canseira e,
Sem besteira de culote.

Na dor do meio-dia sentem desprezo...
Porque o minuano não passa?
Quem sabe o Levante virá de tardezinha...
O que passa, é só carro de boi.

Peguei um que gemeu cansado.
Nem notou que eu estava na rabeira...
Vai lá para Nestlé.
Com tanto leite; o que será que vão fazer?

Vamos briosa!
Vai malhado!
Geme-geme no estradão
Acho que fiquei cansado.

Vai andando por ai afora
Acordando o pai Nau, Tia Izidora,
Mãe Joana, mãe Gilda, avó Venância
Pai Joaquim e Tia Sebastiana.


Que a lua esta azeda.
Chupou cana no canavial...
Tanto café que vejo na ESAU.
Café-bom, café-casca, café-bóia.

Gabiroba, amora e ata.
Jatobá, jabuticaba.
Araçá...
Sei de tudo que estava lá.

O dia vai acabando...
Os de Jaci estão voltando.
Feixe de lenha na cabeça.
Enxada e cara cansada.

Vão rezando, as rezas do divino,
Igual as das Congadas.
Sou menino... Como podia saber?
Rezo quando crescer.

Agora nem dá mais pra entender,
O porquê de nunca poder esquecer,
Mas pra Lavras não volto mais.
Não têm mais ouro em Minas Gerais.

Tudo se passou...
Nada esta mais lá e estou aqui.
Hoje, quando o sol fica a pino
Lembro que um dia já fui menino

Que não tenho mais medo
Daquele caminho assombrado.
Segui o caminho que tinha de seguir.
Segui as mulheres negras encantadas de Jaci.

De Magela
Às 16:58 em 15 fevereiro 2009, Cristina Bonetti disse...
Boa tarde, poeta! Tudo bem contigo?
Venho enviando-lhe alguns poemas meus, através do e-mail Machado Cultural.
Abraços e uma ótima semana!
Às 12:08 em 26 janeiro 2009, Graça Silva disse...
Parabéns pelo divino poema em homenagem a Che Guevara,aplausos!!!
Vou add vc,beijos e tenha uma excelente semana!
 
 

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